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Comunicação não violenta

Quando lemos sobre técnicas de apresentação ou oratória e expressão, volta e meia nos deparamos com alguma uma nova terminologia relacionada a área. Isso se dá porque a comunicação é cíclica e está em constante transformação, assim como nós mesmos e a sociedade.

Hoje, muito tem-se falado sobre a comunicação não violenta, um tópico que ganha um ar atual tendo em vista o momento sociopolítico do Brasil e do mundo. Mas do que se trata esse processo? 

Essa terminologia, também conhecida por comunicação empática, surgiu a partir de um grupo de pesquisas chefiado pelo psicólogo americano Marshall Rosenberg, com foco a resolução de conflitos. Seu processo se baseia no estabelecimento de relações de parceria e cooperação, buscando como princípio chave a capacidade de se expressar sem usar julgamentos de “certo” ou “errado”.

No campo da expressão verbal, esse tipo de comunicação objetiva o aprimoramento das relações interpessoais, tendo como base a análise dos nossos sentimentos e dos sentimentos dos outros a quem buscamos nos comunicar.

Nos dias de hoje, com a necessidade do indivíduo em se tornar visível, gerar números, gerir equipes, muitos usam da agressividade como estilo de se comunicar. A CNV propõe nos questionarmos honestamente sobre as raízes desses comportamentos e a partir daí abrirmos caminho para o diálogo e a negociação, propondo rumos mais sustentáveis.

No fim, a ideia é resgatar o que há de mais genuíno nas pessoas, como as emoções, valores e a capacidade de se expressarem com honestidade, respondendo o que o outro realmente necessita de verdade e não somente para a nossa necessidade de aparecer ou ser altruísta.

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